domingo, 31 de janeiro de 2010

As trapalhadas e a voz de Flapjack! Mwhihihihihi



Como diria uma amiga minha: Cartoon estranho.
Muito estranho.
Confesso que a primeira vez que me detive a assistir este desenho fiquei um pouco pasma, mas dentro em pouco estava revirando em gargalhadas na sala.


A animação é irreverente mesmo, com bonecos cujo os dentes saltam da boca quando riem, um capitão meio esquisitão (e nojento também), além de crianças que parecem velhas...??

Não achei assim, bem um desenho para criança...A linguagem é pouco ortodoxa...( vez ou outra uma personagem joga um "bruxa velha" e tem algumas cenas com pancadas e tal....Enfim.) e pode não agradar aqueles que estão acostumados com traços mais inocentes. Pelo que acompanhei, o canal dedicado à desenhos "Cartoon Network", passa a série animada um pouco mais tarde.

Na verdade, o tom das animações mudou muito. A violência é maior e o ritmo dos desenhos é mais rápido. Muitas vezes abusam de um certo humor sarcástico. Tenho ainda minhas dúvidas se as crianças que assistem conseguem absorver exatamente o que o desenho quer dizer. Observei em mim mesma. Minhas lembranças de alguns desenhos que assisti não abarcam o significado total. Só fui me dar conta do que assisti - mesmo - na idade adulta. Mas, ainda sim, não é desculpa para o conteúdo indiscriminado, até porque cada criança absorve o que vê de uma forma. (mas, convenhamos, não sou psicóloga. risos. Então não vou me deter em discutir o que não estou apta.)

De qualquer forma, as Aventuras de FlapJack giram em torno do próprio. Uma criança que tem como mãe uma baleia falante - e da qual ele mora dentro - e companheiro de brincadeiras o Capitão Falange. (sério, não sei o quê é o Capitão Falange. Nem sei como defini-lo.risos!) Saiba aqui a história do cartoon com maiores detalhes.

A razão por eu ter me apaixonado pelo desenho é, exatamente, a VOZ de flapjack. Que trabalho de dublagem! A voz de Flap é perfeita. O risinho, então!

Aliás, a voz de todas as personagens. Tudo muito bem feito. Gosto muito do trabalho dos dubladores, tenho achado que as dublagens estão cada vez melhores.

Como só agora me dei conta do desenho, saí a procurar sobre no youtube, para conferir mais alguns episódios, e não é que todos se apaixonam pela voz da personagem? Tanto assim que o Cartoon Network mudou a voz durante um certo período e os fãs, literalmente, se revoltaram. (veja a matéria do site Portallos. E confira um episódio com a Voz da discórdia. A voz do dublador não é ruim. O problema é que não é a voz do Flap. A voz do outro dublador consegue ser a "cara" do Flap! É a mesma coisa que fizeram com o Homer Simpson!) É possível encontrar no youtube até um vídeo de uma das fãs externando sua indignação. Uma falha grave do canal é não possuir e-mail de contato onde os telespectadores possam comunicar-se.

Por essas e outras, mesmo que o cartoon não agrade, basta ouvi-lo. (confira um episódio clicando aqui. Este, sim, está com a voz do dublador original)

E foi uma vez...!
(ps. as imagens que ilustram o post foram retiradas do fórum de discussão da UOL, cujo endereço se encontra em um link acima, sobre a história do desenho.)






sábado, 30 de janeiro de 2010

H2OHHHHH....Por um mundo mais leve.


Todos pegando carona na consciência pró verde.


Sabemos que mostrar uma postura de cidadania e preocupação com o mundo que nos rodeia pode resultar em pontinhos positivos para a imagem da marca.

Que o diga O Boticário, a Natura, enfim.


Fui conferir o que estava rolando no site da H2OH! e posso dizer que tive uma supresa agradável. Claro que nada que possa "bater" a campanha de animação do lançamento do H2OH! limão e maçã idealizada pela agência Almapbbdo. Para mim o melhor que já vi deste produto. Alguém lembra? Usaram uma animação com o bichinho da maçã? As peças impressas mostravam o bichinho deixando a maçã e mudando-se para o produto? Ainda não? Então, clique aqui e confira o vídeo.

De qualquer forma, no site você pode conferir os impressos e filmes de divulgação do novo sabor limão-maracujá. O que mais gosto no site é a possibilidade de ter acesso as "receitinhas". Saborosos drinks naturais à base de H2OH! Estou louca para experimentar o de abacaxi.

Continuando: o site traz algumas das ações da H2OH por um mundo melhor e dicas de outros sites que trazem conteúdo ecológico. Estas dicas de sites estão disponíveis para baixar. Achei instrutivo.

Só não gostei muito do canal notícias, já que te manda para o site da contigo! (???) e aí eu não entendi nada, mas tudo bem. Achei que seriam notícias que envolvessem o assunto principal abordado até então pelo site: ecologia.

Nada fabuloso, mas interessante pela iniciativa de divulgar ações e sites ligados ao verde.

Entre no site e confira você mesmo.


E foi uma vez!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Campanha Fiat Doblò: uma coisa leva a outra



Começo o post de hoje falando sobre uma campanha interessante idealizada para Fiat.


Trata-se da campanha "Uma coisa leva a outra"( e o novo Doblò leva a todas). Segundo vídeo (clique aqui para conferir) de divulgação presente no youtube, os internautas entravam no hotsite da empresa, completavam a caixa com a frase uma coisa leva a outra, onde os vocábulos "coisa" e "outra" eram modificados segundo a imaginação do internauta. O resultado foram diversas frases, que depois passaram a ser ilustradas por 12 cartunistas ao vivo durante cinco dias. Foram mais de 6.000 desenhos realizados.


O desejo da campanha era envolver o internauta, pois afinal, o que torna o fiat Doblò tão legal é aquilo que você faz com ele.


Muito bem bolado. Essa ideia de envolver cartunistas para desenhos ao vivo usando como pano de fundo e objeto principal o produto, o máximo! Gostei bastante. Segundo o blog de Luciano Dias as agências envolvidas na concepção da ideia e das ações são a Leo Burnett, Agência Click, Sunset e The Marketing Store. Quanto ao hotsite a responsável é a Agência Click.
Nele, você pode conferir alguns dos desenhos e as frases que originaram as ilustrações. Há a possibilidade de baixar as ilustrações como papel de parede ou divulgar usando o facebook ou o twitter. Ou seja, divulgação gratuita, desenhos e carro com a cara do dono...! Afinal, o que não é o ato de desenhar do que tornar o produto divertido e íntimo? Um verdadeiro retrato do dono e do seu carro!
Exemplo de como as mídias digitais podem ser muito bem utilizadas.


Visite o hotsite, clicando aqui e confira.


E foi uma vez!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Um parente no Glee?



Ah, mas essa é muito boa. Acabo de descobrir que tenho um parente na premiada série Glee, da Fox.


Para começar, gosto muito da série. Na verdade, acho despretensiosa e diferente. Consegue juntar milhares de personalidades opostas, com confitos próprios em um inocente grupo de Coral.


Bem, para quem não conhece, os episódios se passam em um colégio estadunidense e, sim, tem aquela eterna briga entre populares e menos populares (coisa que confesso nunca ter visto no Brasil.). Até que o professor de Espanhol Will Shuester decide assumir o Clube do Coral. E ali ele reúne os fracassados que se mostram donos de belas vozes. Em pouco tempo a revolução está formada, pois o pequenino grupo começa a atrair as consideradas estrelas do colégio como o quarter back Finn Hudson.

O que me atrai é exatamente as personagens cheias de tiques e maluquices. Aquela coisa de não existir o estereótipo do bonzinho ou mauzinho. Todos temos os nossos momentos. Ninguém é perfeito. E, creio que no caldeirão de Glee você encontra de tudo.

Rachel Berry, apesar de ser uma das melhores cantoras do coral, é egoísta e sim, bem chatinha. Em sua eterna busca pelo estrelato ela não mede esforços para passar por cima dos colegas. Ela é uma mistura de menininha com mulher e nutre uma paixão secreta (ou nem tanto assim) por Finn. No decorrer da série ela vai se mostrando sensível, envolvendo-se com os colegas do coral sem deixar de lado o seu jeito maluquinho. O episódio em que Rachel cai de amores pelo professor Shuester é engraçado demais. A atriz consegue passar pelo olhar toda sua ansiedade e obsessão pela busca do par perfeito.

Kurt! Ele é uma das minhas personagens favoritas! E acabei de descobrir que o nome completo deste homossexual assumido é Kurt Hummel! Que coisa, hein!

Eu considero o ator muito bom, pois ele o encarna com muita realidade. O Kurt conhece todos os segredos femininos, é extremamente elegante e portanto, veste-se muito bem. E sim, também gosta de Finn. O episódio em que ele erra uma nota na disputa pela vaga de solista com Rachel, é sem dúvida, muito interessante. O relacionamento da personagem com o pai - durão, típico heterossexual - é cheio de cumplicidade.

E por fim, Sue Sylvester. Ah, mas eu adoro ela. Durona, faz de tudo para acabar com o Clube do Coral. Ela vive implicando com Shuester, mas lá no fundo ela não é tão ruim assim. Quem já a viu apaixonada ou cuidando da irmã (sim, ela tem uma irmã com síndrome de dawn!) sabe que Sue é bem mais do que aquilo que aparenta. Ela e Shuester fazem uma dupla e tanto e rendem cenas bastante divertidas.

Claro que as músicas são um capítulo à parte. Ouvi ou li em alguma parte que a ideia do seriado era instituir uma espécie de "RBD" americano. A proposta é tornar as personages de Glee passíveis de realizarem shows no mundo real. Bem, não podemos negar que existem similaridades entre a novelinha pré adolecente e a série. Afinal, RBD também mostra um mundo bem diferente do convencional, com jovens lutando por um espaço ao tentar livrar-se da tirania dos mais velhos. As personagens também tem seus conflitos próprios e fogem, sim, do convencional, alternando suas ações conforme seus interesses e tendências de personalidade e criação.

Mais informações sobre a série, os episódios, notícias e curiosidades acesse o site Glee Brasil.

E foi uma vez!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Existe vida inteligente nos comerciais de cerveja!

Sim. Pesquisas mostram que existe vida inteligente por trás dos comerciais de cerveja.
Bem, brincadeiras à parte, é normal que, a fim de cativar o target (em sua maioria, não há como negar, de homens.) as campanhas de cerveja utilizem seus principais artifícios: mulheres. Mulheres. E...Já falei mulheres???

Bom, não quero ser ativista do movimento feminino. Mas, a verdade é que a mulher não passa de um mero objeto de desejo associado ao consumo da "cerva" e, mais! A traição é algo bastante comum e aprovadíssimo. (Não lembro o anunciante, mas foi veiculado um comercial em que a namorada ligava para o rapaz e ele, a fim de enganá-la para ir ao bar, inventa mil desculpas, e termina com uma "gostosona" do lado ao som das risadas dos amigos. Tentei encontrar o dito comercial no youtube, mas não obtive sucesso ainda.) Outro comercial que, tudo bem, é engraçado, não posso negar que quem fez até que teve bastante criatividade! Eu mesma ri bastante.




Entretanto, é inegável que a figura feminina é bastante degradada. Trata-se do Mestre Cervejeiro da Nova Schin. O comercial chama-se "colarinho". A jovem está à procura do mestre cervejeiro porque encontrou uma mancha de batom no colarinho da camisa do marido. E, ele, enfim, consegue convencê-la que está tudo bem. (só assistindo para ver como a mulher se comporta.)


Mas, temas morais à parte, gosto daqueles que conseguem fugir da fórmula - mulheres, mulheres e mulheres - construindo histórias bem humoradas. É o caso do comercial da Heineken que tive o prazer de ver no ar. Antes, só o havia visto na internet.

O melhor foi ver a reação dos homens que estavam no momento assistindo à TV ao meu lado. Deram boas e gostosas risadas.

Um VT curto, que começa com uma mulher mostrando a casa para as amigas, até levá-las à um imenso closet. As mulheres começariam a gritar de prazer se não fosse por berros masculinos maiores vindos de outro compartimento. E então, vemos que são homens dentro de um imenso freezer abarrotado de cerveja. O melhor são os closes nos rostos dos homens...! Vale a pena assistir. Aliás, acho os vts da Heineken, em sua maioria, muito bem feitos. O comercial com a estrela de Friends, Jenifer Aniston, também é muito boa. A trilha sonora foi muito bem encaixada. (Jenifer está tentando pegar um engradado da cerveja mas, por ser baixa demais, não obtém êxito. Surge um rapaz. Ele a olha, surpreso. Ela sorri e lhe pede ajuda. Ele, ainda surpreso, pega o engradado. Ela agradece e estende as mãos esperando que ele lhe dê o último engradado de Heineken. E lá ela fica, pois o rapaz vai embora deixando-a de mãos abanando.)

Outro exemplo que gosto de citar são as historietas da Antartactica. A sequência dos ' sérgios' foi realmente boa (você deve se recordar da briga do três Sérgios - Sérgio Mallandro, Loroza e Chupala - e do Sílvio Luiz pela garrafinha! Ótimo.). Mas, me refiro aquele VT em que estão os dois Sérgios e o Sílvio assistindo ao jogo. A partida acaba e eles decidem ir embora. O Serjão (um comediante muitíssimo engraçado por sinal) avisa que ainda há muita cerveja na geladeira e eles decidem ficar, pois " ainda existe muita coisa na televisão". E lá estão, todos eles assistindo a programas de culinária e ginástica. O último take é hilário..."Alongoooouuuu"...E dá-lhe cerveja Antartica.

Curto, simples, engraçado, criativo e...Acima de tudo...Diferente!

Pelo que me parece os vts dos Sérgios são assinados pela W//Brasil.


Enfim. É um bom exemplo de como se destacar sem apelar para os meios convencionais ( que à guisa das discussões sobre a figura da mulher são, sim, formas de tornar o produto mais atrativo para o público a que se destina.)

E foi uma vez!
ps. As imagens foram conseguidas do site http://gurufilmes.wordpress.com/2009/08/07/heineken-melhor-comercial-da-historia/ passa lá que você consegue conferir o vídeo.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

O sonho de Karina.



O futuro como eu sempre quis.

Eu simplesmente adorei essa campanha da Fundação Telefônica quando ela foi ao ar. Infelizmente o hotsite já foi desativado, mas lembro que o visitei ávida para saber como foram feitas as animações para o VT.

Conforme me lembro, as animações foram baseadas em histórias reais de crianças que por meio dos projetos da Fundação tiveram um futuro melhor e, com muita sensibilidade, desenvolvidas por uma equipe antenada.

Meu filme favorito, entre todos que foram desenvolvidos, é de Karina, cuja canção é cantada por Luciana Mello. (Teve até uma novela do SBT que tentou usar a música como tema para um casalzinho romântico...Mas, uma vez que se vê a campanha não dá messsmooo para desvincular!)

Não há como não se apaixonar. Uma animação leve, sobre um tema sério.

A campanha foi desenvolvida pela Y&R e, na época, era possível baixar filme e música no hotsite.

Encontrei mais informações da peça publicitária - um vt de 30" - no site Portal Fator Brasil. (Acesse www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=7551)

Achei digno de postar uma consideração sobre esse tema, porque são histórias reais comovendo milhares de pessoas. Só achei uma pena porque não consegui encontrar quem foi responsável pelo desenho e animação. O roteiro é de Tomás Lorente e Alexandre Lucas.

E foi uma vez ....

Uma heroína no estilo de Kill Bill


Bem, algumas vezes tenho o costume de assistir o meu querido irmãozão jogar video-game e, devo dizer que estou cada vez mais impressionada com o que tenho visto.


Gráficos espetaculares, enredo bem feito, cenografia elaborada, movimentos cada vez mais complexos.


É o que posso dizer do game para o XBox 360, chamado Wet.

De início achei o gráfico meio estranho, mas ao longo do jogo pude notar que é pura questão de estilo, de identidade visual mesmo.


O enredo gira em torno da mercenária de aluguel Rubi. Por dinheiro, a moçoila aceita as mais variadas missões. E lá vai ela. Um tanto boca suja, sedenta de sangue e devidamente armada, Rubi faz acrobacias espetaculares. (lembrei muito do Prince of persia quando vi o coitado do meu irmão correndo pelas paredes e executando pulos dignos de um acrobata circense)


Não sei quanto a jogabilidade e tal, até porque não joguei. Mas, tem uma fase que a heroína perde o controle. A tela fica totalmente vermelha, as silhuetas das personagens pretas e ao fundo um rock embala a fúria da personagem. É quase impossível não sentir a adrenalina subir. (e, acredito que este seja o objetivo, já que a trilha sonora do game traz músicas neste estilo - rock e algumas pegadas country.)


Não é um game para crianças. Nem um pouco. É bem violento, confesso. (sangue jorra pra todo o lado e a trilha sonora só contribui para aumentar a sensação de "vamos matar todo mundo". Bem, quem conhece o estilo de Quentin Tarantino sabe como a coisa toda funciona.)


De qualquer forma, o que mais me chamou a atenção foi o estilo do game, com diversas propagandas - parecem dos anos setenta, sei lá, não consegui identificar bem - rolando nos intervalos entre uma fase e outra.


Navegando pela net encontrei um comentário no brainstorm 9 sobre o assunto. Trata-se do vídeo de lançamento do game. Segundo o site: um vídeo viral musical. (visite e confira: www.brainstorm9.com.br/2009/08/04/wet-quando-ate-as-suas-vitimas-ficam-impressionadas/) Olha, inclusive, este vídeo é ótimo. Uma balada romântica das vítimas de Rubi para Rubi!Muito boa a brincadeira da desenvolvedora Bethesda. Achei bem bolado.


Enfim. Não é de hoje que os games também estão se transformando em ferramenta para propaganda.... Comentarei mais sobre o assunto dentro em breve.


E foi uma vez!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Tudo o que preciso para dormir são duas gotas de Chanel Nº 5!


Meu interesse pelos mini-filmes da chanel aumentou depois que me dispus à analisar um deles para o meu projeto monográfico. " Her kiss. Her smille. Her perfume" foi a peça que escolhi para servir de estudo de caso para o meu tema.


Aliás, tenho que confessar. O mini-filme é lindo. Esses dias visitei o brainstorm 9 e li uma série de críticas negativas das quais, embora discorde, respeito. Em termos de VT publicitário passa longe. Mas, também não podemos caracterizá-lo como um filme. O roteiro, sem dúvida, bebe do cinematográfico. Na verdade, discordo porque passei horas analisando o roteiro, os elementos, as mitologias presentes na peça. Então, é muito difícil classificar como falta de criatividade. (conforme vi em algumas críticas mais ferrenhas).


Para quem ainda não conseguiu visualizar de qual peça estou falando, trata-se do mini filme em que Rodrigo Santoro encarna o poeta apaixonado por Nicole Kidman, a diva do cinema.


De qualquer forma, o novo filme da Chanel traz a minha querida Audrey Tatou! Quase um flashback de Amelie Poulain já que o diretor do mini-filme é Jean Pierre Jeunet o mesmo de Amelie, claro!


A mitologia da marca é a mesma: o íntimo, o pessoal, o romântico, o sonho. Tudo é preservado. Segundo o artigo presente no site "pefume na pele" (veja artigo na íntegra aqui: www.perfumenapele.com) Jeunet afirma que gravar no Orient Express (trem) é trabalhar com um mito, já que " é mágico, pois os trens são como que suspensos fora do tempo." Importante deixar claro que os filmes da Chanel trabalham com a questão da memória. Os perfumes são atemporais, pois falam as emoções mais íntimas.


Enfim. A própria Audrey vai encarnar Coco Chanel no cinema, em obra biográfica. Embora ela deixe claro que não vê relação com o comercial, acho pefeito!

Vale a pena assistir aos dois mini-filmes.


Eu, particularmente, os adoro.


E foi uma vez...!


A loucura de Burton no país das Maravilhas.



Alice.

Olha, estou curiosa com relação a este filme.

Gosto do estilo de Tim Burton. Serezinhos esquisitos, a loucura latente das personagens, a filmografia sombria....

Alice no País das Maravilhas é a obra perfeita para ser adaptada para o cinema pelo diretor. Ele tem todo o tipo de liberdade para explorar os seres mais estranhos.

Lembro que quando vi as primeira imagens fiquei satisfeita. Sou fã confessa da nova versão de A Fábrica de Chocolate. Em grande parte pela figuraça que é o dono da fábrica, encarnado com perfeição e tiques por Jhonny Depp. (Ele sempre, mas sempre, bate a cabeça no tal elevador de vidro invisível! É impagável.)

Aliás, Tim Burton e Depp são tipo...Almas gêmeas. A Noiva Cadáver foi uma animação pela qual também caí de amores e a dupla repete a parceria.

O barbeiro de Sevilha, também. Aliás, não só Depp. Há um time de atores que são figurinhas carimbadas em suas produções.

Bom, em terrinhas brasileiras o filme só estreia em abril.

Vejamos o que Tim Burton vai tirar da cartola.

Ou melhor, do chapéu do Chapeleiro maluco! rs

E foi uma vez!






Eatertainement! A ferramenta dos restaurantes criativos.


Saudações!

Aqui estou, retomando minhas postagens, neste novo ano!

Fiquei algum tempo sem postar nada! Mas, voltemos, aos posts!

Hoje, dedico para falar sobre uma reportagem interessante que saiu no complemento da VEJA, a Vejinha Rio.


Trata-se de o "Inventor de restaurantes", matéria datada de janeiro de 2010. A matéria traz Toni Varella e sua capacidade de outorgar "identidade" para novas casas que abrem no Rio através de personagens e histórias próprias.


O designer, criativo e inteligente, transforma restaurantes em verdadeiros centros culturais ou como ele gosta de denominar, "eatertainement" (união de comer e entretenimento em inglês). A reportagem, dentre os exemplos citados, traz Johnnie Pepper, um restaurante na Barra.

Sua identidade visual foi toda criada ao redor do "lendário" - e fictício - Johnnie, uma gângster que traficava uísque durante a Lei Seca em barris de pimenta. Até mesmo o retrato dele foi criado com base em uma foto do avô do publicitário.


Ele faz mais! Também sugere itens para o cardápio.

O que me chamou a atenção foi o fato do designer ter feito um curso na Disney.

A reportagem traz até mesmo algumas pequenas dicas, como: o símbolo do cifrão ser suprimido do cardápio, o que, segundo Varella, minimiza o impacto do preço.


É pena que já tenha fechado o meu projeto acadêmico, mas dá um bom tema monográfico, hein!

As histórias à serviço das identidades dos restaurantes.

Varella demonstra que com um pouco de imaginação e originalidade é possível chamar a atenção e gerar lucros.


E foi uma vez um gângster....