quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Um destino pra lá de fabuloso...



Bem, acabo de encontrar o meu presente de dia das crianças! Um tanto quanto atrasado, mas...!

Fui às lojas americanas exclusivamente para adquirir um filme que acho MARAVILHOSO.

O Fabuloso mundo de Amelie Poulain, com Audrey Tatou...Alguém já viu? Se não...Assista.


Obviamente que o filme, por ser uma produção francesa, portanto, européia, é muito diferente das norte-americanas. Pode, portanto, não agradar a todos. Mas, encantou-me logo nos primeiros minutos...

O que me chamou bastante atenção são os recursos utilizados para que possamos entender o universo de Amelie. Sim, porque existem várias tramas paralelas, com personagens únicas.

Quando Amelie encontra com uma dessas personagens, começa logo uma apresentação de quem ela é. E de forma bastante simples, como é o caso de Bretotô. Um senhor cujo hábito é comprar frangos e tem seu método próprio de desfiá-lo. Engraçado como isso acaba dando-lhe uma característica diversa. Monta sua personalidade.


Enfim, o filme começa com o nascimento da pequena Amelie e percebemos que, ao ser criada por uma mãe dominadora e um pai distante, ela passa a se tornar extremamente imaginativa. Uma dessas crianças que vê luz em tudo. ( repare quando entra a parte inicial com os primeiros créditos de apresentação do filme. Ele traz a menina em diversas situações e brincadeiras - a colher no nariz, os brincos de fruta, os homenzinhos de papel...Tudo em alusão ao quanto Amelie é solitária e curiosa com relação a tudo.) Quando Amelie torna-se adulta, os olhos dela irradiam a mesma inocência e magia de quando ainda era criança. A personagem é dotada de uma grande meiguice.


Quando ela muda o próprio destino a partir de uma pequena caixa de tesouros escondidos na parede de seu apartamento, ela descobre o prazer de fazer o bem ao próximo e o quanto ela poderia fazer ao abandonar sua vida solitária. É empolgante a parte em que ela ajuda um cego a ver.

Mas, melhor mesmo, e uma das partes de que mais gostei, é a do duende viajante. Foi a forma que Amelie encontra para se conectar com o pai distante e alienado que piorara com a morte da mãe.

Dei boas risadas com a indignação do pai ao receber correspondências com fotos do seu duende de jardim em diversas partes do mundo...
E, claro: as músicas que embalam o filme...São um espetáculo à parte. Virei fã de Yann Tiersen e a linda música instrumental La Noyeen.

Prepare as pipocas e o guaraná e emocione-se com a história dessa francezinha!

E foi uma vez!

Um comentário:

  1. Pois é, deichei em outro post minha admiração por essa obra, mas de fato, falar de Amelie é sempre uma honra, caramba, q filme espetacular. Confesso q durante o filme por diversas vezes me peguei em uma intima comparação com Amelie, me identifiquei muito com ela, mesmo eu não tendo sido criada como ela foi, nem sendo tão solitária, vi o encanto q os olhos dela viam a vida, com o mesmo encanto que os meus vêem tb.
    Quem dera de "Amelies" o mundo fosse feito....

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